O vírus e suas variantes tem nos tirado parentes,
amigos, conhecidos e desconhecidos pelo mundo inteiro.

Tem nos tirado a liberdade de ir e vir.

Nos impedido os encontros,
nos privado dos abraços,
e colocado no lugar uma dor e um medo que não parecem ter fim.

O que nos cabe fazer com isso tudo?

Talvez respirar,
talvez escrever,
talvez relembrar.

Eleanor Roosevelt escreveu,
na introdução do Diário de Anne Frank:

“o mal maior de uma guerra
é a degradação do espírito humano.”

Mas ela também diz
da incrível capacidade que temos de seguir adiante
mesmo – e inclusive – quando parece impossível.

Estamos em uma guerra
e precisamos cuidar da saúde,
cuidar dos nossos,
e principalmente,
cuidar do nosso espírito.

Quando uma pessoa vai embora,
uma família inteira chora.

Que a memória de quem (e do que) não volta nos acalente,
não nos perturbe,
que o nossos espíritos consigam se reconstruir.

E que encontremos formas de seguir adiante.


Nos próximos dias, falarei da importância de falarmos sobre os lutos que todos estamos enfrentando neste momento.

Terça-feira, estarei ao vivo no Instagram e no Youtube, e na quinta-feira e sábado facilitarei uma Oficina de Escrita Terapêutica com foco em luto.

<b>CAROL</b> MILTERS

CAROL MILTERS

Escritora & Investigadora da Saúde Mental no Trabalho | Síndrome de Burnout & Workaholismo

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