

Este trabalho nasce do encontro entre escrita terapêutica, escuta coletiva e a experiência real de quem chegou ao limite do cansaço e precisou reaprender a existir no próprio ritmo.
NA MÍDIA

A síndrome de burnout é o sintoma coletivo de um mundo que normalizou a hiperperformance.
A neurodivergência é uma lente para compreender por que algumas pessoas sentem esse impacto de forma mais intensa, especialmente em contextos de trabalho que ignoram ritmos, limites e diferenças neurológicas.
A criatividade, especialmente através da escrita terapêutica, não aparece aqui como ferramenta de produtividade ou solução rápida, mas como um fio possível de reconstrução: uma forma de nomear o que se sente, recuperar a própria voz e tomar decisões com mais clareza e menos automatismo.
Se quiser continuar essa conversa, você pode ficar por perto.


Três caminhos possíveis para identificar, acolher e amparar seu cansaço.
Nenhum deles exige pressa.



Algumas áreas já estão ativas, outras ainda em processo.
Se não encontrar algo ou tiver dúvidas, você pode entrar em contato →



Escritora, facilitadora e criadora de espaços coletivos de cuidado em saúde mental no trabalho.
Meu trabalho cruza escrita terapêutica, neurodivergência e práticas de reconstrução após o burnout, sempre com foco em ética, autonomia e pertencimento.
Ao longo dos últimos anos, essas reflexões circularam em livros, comunidades, oficinas e também em conversas públicas sobre trabalho, saúde mental e cultura contemporânea.


Reflexões e recursos sobre burnout, neurodivergência, escrita terapêutica e o que acontece quando a gente para de funcionar.
Escrevo quando faz sentido, sem frequência fixa.
Pronto.
Você está por perto agora e receberá meus ensaios, recursos e novidades. Até breve.
Sem spam. Você pode sair quando quiser.
Se algo aqui te tocar, talvez já seja um passo por hoje.
O conteúdo deste site está licenciado como
Atribuição-CompartilhaIgual 4.0 Internacional
carolmilters.com © 2026

