Crônicas

Como a “geração Burnout” vai reinventar a relação com o trabalho: aula aberta dia 30/09

Mais de metade da força de trabalho mundial está com sintomas de esgotamento profissional.
O trabalho remoto apagou as linhas já tênues entre vida pessoal e profissional.

As incertezas trabalhistas, a flexibilização das relações de trabalho (onde empresas ainda tem a mão muito mais favorecida do que colaboradores), as injustiças sociais, o aumento na desigualdade, o aquecimento global e a exposição às telas e algoritmos estão afetando nossa saúde mental de forma inédita.

Entender o Burnout como um problema sistêmico não é vitimismo, tampouco deslocamento de responsabilidade: é compreender que nosso esforço individual sempre será insuficiente, que a realidade lá fora é injusta e caótica. E que precisamos nos cuidar pra sobreviver a ela, mas não só isso – também, quem sabe, juntos, possamos transformá-la pra que as gerações futuras consigam florescer.

O trabalho não precisa nos esgotar.
Tá na hora da gente discutir a nossa relação com o trabalho.

Inscreva-se para a aula inaugural do curso “Trabalho, a gente precisa conversar”.

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Se o link acima não abrir, visite a URL abaixo:

Carol Milters

Carol Milters

Escritora & Investigadora da Saúde Mental no Trabalho | Síndrome de Burnout & Workaholismo

Autora do livro "Minhas Páginas Matinais: Crônicas da Síndrome de Burnout", idealizadora da 1ª Semana Mundial de Conscientização da Burnout e do grupo de apoio online Burnoutados Anônimos.

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