Trabalho, a gente precisa conversar

Desde que eu comecei a escrever sobre a #SíndromedeBurnout, tem-se falado mais e mais a respeito. No último ano e meio, as circunstâncias externas nos empurraram a uma realidade de vigilância constante, de medo e de perda.

Milhares, milhões de nós trocaram de emprego, perderam emprego, trouxeram o escritório pra dentro de casa.

Em uma soma perigosa de falta de conhecimento e obsessão pelo lucro, as instituições que nos empregam ainda insistem em projetar e mensurar o trabalho da mesma forma que o Ford, lá no começo do século XX, desenhou seu modelo de produção fabril.

Espera-se que, mesmo com o mundo caindo lá fora, e mesmo com as nossas questões internas, continuemos produzindo de forma linear, mecânica.

O que vemos hoje de forma hegemônica e um modelo de trabalho que espera que operemos como máquinas e que põe a culpa na gente quando nos comportamos como… Seres humanos.

É evidente que MUITOS de nós estamos exaustos, ansiosos, e até apáticos. Não é de se surpreender que muitos tenham perdido as esperanças, perdido as forças pra continuar tentando fazer a diferença.

Mas não precisa ser assim.
Não deve ser assim.

E eu acredito, com todo o meu coração, que a gente pode – e deve – reinventar a nossa relação com o trabalho.
Que a gente pode – e deve – rever nossas prioridades, rever o nosso vocabulário, rever as nossas cobranças.

Com amor,
Carol Milters

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Assinatura Escura CarolMilters.com Website Imagens 26 Burnout Neurodivergência e Criatividade no Trabalho (1)

Escritora, facilitadora e criadora de espaços de cuidado para pessoas atravessando a síndrome de burnout.

Autora dos livros Minhas Páginas Matinais: Crônicas da Síndrome de Burnout e Um Passo por Dia: Meditações para (re)começar, sempre que preciso 

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sobre a autora

Carol Milters é escritora, facilitadora e criadora de espaços de cuidado para pessoas atravessando a síndrome de burnout.

Autora dos livros Minhas Páginas Matinais: Crônicas da Síndrome de Burnout e Um Passo por Dia: Meditações para (re)começar, sempre que preciso 

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