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Setembro Amarelo: por uma relação com o trabalho que valorize a vida

O que é a campanha setembro amarelo, qual a relação entre trabalho, burnout e suicídio e como organizações podem promover a saúde mental.

Neste artigo

11 minutos de leitura

Alerta de gatilho: este artigo contém informações relacionadas a suicídio e suicidologia e pode conter gatilhos inadequados para quem está atravessando um momento difícil. Se for o seu caso, te indico consultar outros conteúdos deste site. Você também pode se inscrever no grupo de apoio Burnoutados Anônimos, entrar em contato com seu terapeuta ou com o CVV (Centro de Valorização da Vida – ligue 188)


O único lugar onde o trabalho deve vir antes da vida é no dicionário.


Eu sou uma sobrevivente. Talvez você não soubesse disso ainda, mas talvez essa seja a hora de te contar isso. Não quero e nem devo entrar no mérito das ideações ou dos riscos.

Basta saber que, a depender do ambiente onde eu adoeci, as chances de eu nem mais estar aqui não são nulas. A depender do ambiente onde eu adoeci, as chances de o meu burnout evoluir para consequências muito, muito mais drásticas à minha saúde física, emocional e à minha vida, eram altas. No ambiente onde eu adoeci, a minha entrega era mais importante do que a minha saúde. Era mais importante do que a minha própria vida.

Eu não falo sobre saúde mental no trabalho (só) porque é um tema que me fascina. Eu não falo sobre saúde mental no trabalho (só) porque a saúde mental tem se tornado um imperativo nas organizações pelo mundo afora. Eu não falo sobre saúde mental no trabalho (só) porque é uma questão de tempo até que ou as organizações se comprometam com ela, ou não vai haver EBITDA para calcular.

Eu falo porque sobrevivi pra contar a história.

Eu falo porque o meu trabalho me traumatizou profundamente.  Porque eu consegui seguir adiante, graças a um complexo conjunto de abordagens, acasos, encontros e insights. E porque não suporto sequer pensar em quantos trabalhadores estão em risco de não ter o mesmo privilégio.

Estamos naquela época do ano em que o olhar dos profissionais de saúde mental, desenvolvimento pessoal e recursos humanos voltam seus olhares para um dos temas mais difíceis de abordar: o suicídio. Com este artigo, eu não ousarei me aprofundar no tema (para isso, você pode encontrar referências no final desta página). Meu objetivo é, através da minha experiência e estudo dos últimos anos, trazer o olhar do trabalho na valorização da vida.

O que é Setembro Amarelo?

O Setembro Amarelo é uma campanha de prevenção ao suicídio que acontece desde 2014. É organizado pelo CVV (Centro de Valorização da Vida), em conjunto com a Associação Brasileira de Psiquiatria, e tem abrangência nacional.

A campanha é inspirada em e engloba o Dia Mundial de Prevenção ao Suicídio, que acontece globalmente no dia 10 de setembro. A data é organizada pela Organização Mundial da Saúde, em conjunto com a International Suicide Prevention Association. 

Campanhas de conscientização têm um papel fundamental na educação da sociedade e na redução do estigma. Um dos maiores benefícios de uma campanha como o Setembro Amarelo é a de proporcionar espaços seguros de partilha.

O que funciona no Setembro Amarelo

  • Alto alcance da campanha, por estar estabelecida há quase 10 anos e alta cobertura midiática;
  • O uso do amarelo, uma cor viva, pulsante, e que traz rápida identificação visual à campanha;
  • Engajamento de profissionais de saúde, e apoio e associações de classe;
  • Oportunidade clara para um primeiro passo, para instituições e organizações: fala-se tanto em setembro amarelo que parece “feio” não falar sobre;
  • Redução do estigma e combate à psicofobia (o preconceito às questões da saúde da mente). 

O que poderia ser melhor

  • Duração: um mês é muito tempo para falar intensamente sobre um tema tão difícil;
  • Abordar a prevenção do suicídio como uma questão de saúde pública, e não apenas de responsabilidade individual: a campanha da OMS cumpre muito bem este papel, convocando políticas públicas que garantam o apoio a pessoas em sofrimento;
  • Manutenção de ações durante o ano inteiro, não apenas em setembro: como bem disse o psicólogo Leonardo Abrahão, falar de suicídio uma vez no ano sem um plano de promoção de saúde mental não só é insuficiente, mas pode até ser arriscado.

Suicídio e trabalho

O trabalho é parte fundamental da nossa composição emocional, e tem papel central na nossa saúde mental. O psicanalista francês Christophe Dejours, criador da psicodinâmica do trabalho, é categórico:

A relação com o trabalho está sempre presente, tanto na construção da saúde mental quanto na gênese da doença. Ou, para dizê-lo de outra maneira ainda, a relação com o trabalho nunca é neutra no que se refere à saúde mental. (Dejours, 2017)

Além disso, a nossa relação com o trabalho vem se misturando cada vez mais com a nossa vida pessoal. Tem sido praticamente impossível dividir uma da outra. Se nos compararmos a nossos antepassados, temos uma carga emocional maior no trabalho hoje do que antes. 

Trabalhamos em casa, temos mais interações interpessoais, estamos constantemente conectados ao trabalho e exercemos funções que exigem mais da nossa mente mais do que do nosso condicionamento físico. 

Fatores de risco relacionados ao trabalho

Tendo consciência do papel do trabalho na nossa saúde mental, temos aqui os principais que podem aumentar o risco de ideação suicida:

(Veja a lista completa de fatores de risco compilada por Neury José Botega, incluindo os fatores de risco individuais, ao final deste artigo)

Fonte: Capita

Qual a relação entre suicídio e síndrome de Burnout?

A síndrome de Burnout é reconhecidamente um fator de risco para ideação suicida. Isto é comprovado através de estudos internacionais e de histórias de pessoas que passaram ou estão passando pelo esgotamento.

Em um dos encontros mensais do grupo de apoio Burnoutados Anônimos, uma das participantes mencionou, em lágrimas, ter tido pensamentos suicidas recentemente. Após confortá-la e ouvi-la, perguntamos aos cerca de 15 participantes presentes que levantassem a mão caso já tivessem tido tais pensamentos de acabar com a própria vida durante seu burnout. Todos levantaram a mão

O Japão, país líder em incidência de casos de síndrome de Burnout, que já havia cunhado o termo karoshi (morte por excesso de trabalho), cunhou também o termo karo jisatsu, que é o suicídio por excesso de trabalho. 

O Brasil é o segundo colocado em casos de burnout no levantamento realizado pela ISMA (International Stress Management Association), estando à frente, inclusive, dos Estados Unidos, em proporção de casos de esgotamento profissional.

Em um dos estudos que relaciona burnout com risco de suicídio, observou-se que quem está passando pela síndrome é propenso à sensação de desespero, um dos maiores indicadores de ideação suicida. (Pompili et al., 2010)

É relevante, no entanto, atentar-se ao fato de que nem todo indivíduo que tem ideação chega a um plano ou a executá-lo, e que nem todo indivíduo que passa pela síndrome de Burnout ou por um dos fatores de risco mencionados acima necessariamente terá risco de suicídio. 

O risco não é 100%. Tampouco é zero. Por isso, é fundamental atuar na prevenção e na conscientização de forma responsável.

Como as organizações podem investir no Setembro Amarelo?

A saúde mental já se tornou um imperativo de negócio. Essas palavras abrem o artigo do analista de negócios Josh Bersin, que é board member da Berkeley School of Business e tem quase 1 milhão de seguidores no LinkedIn, no MITSloan Management Review:

De nossas discussões regulares com líderes de RH em todo o mundo, fica claro que as organizações que superam seus pares são aquelas que cultivaram um forte senso de empatia e flexibilidade, desenvolveram novas habilidades para atender às necessidades da força de trabalho e ampliaram o suporte holístico de saúde mental aos funcionários.

Josh Bersin

Fontes: OMS, Zenklub, Persono, Delphis

Não olhar para a saúde mental do colaborador como também responsabilidade da organização pode implicar em riscos financeiros, legais e reputacionais. (Neste tema, recomendo o podcast do Instituto Brasileiro de Governança Corporativa,  com Andréa Destri, CEO da friendsBee- saúde emocional, e Messias Oliveira, diretor de RH, especialista em direito do trabalho e gestão de pessoas)

O Setembro Amarelo pode cumprir um papel relevante na promoção da saúde mental: para organizações que ainda não tem uma governança de saúde mental instituída, é uma oportunidade de dar o primeiro passo. Para gestões mais maduras, a campanha pode integrar estratégias de valorização da vida que devem estar presentes em todo o ano e promover espaços de educação e escuta.

Já falei aqui sobre como as organizações adoecem seus colaboradores: mas como elas podem promover a saúde mental?

Os quatro elementos da promoção de saúde mental nas organizações

Com base no modelo de saúde mental no trabalho difundido pela EARN (Employer Assistance and Resource Network on Disability Inclusion) e diversas outras entidades de promoção da saúde mental no trabalho, chegamos aos quatro elementos fundamentais para programas de saúde mental em organizações:

Fonte: Carol Milters
  1. Conscientização & Educação, para solucionar qualquer problema, primeiro precisamos saber que ele existe e entendê-lo em nosso contexto específico. É fundamental engajar as lideranças nessas iniciativas, já que “a liderança tóxica tem um efeito significativo na intenção de saída e na exaustão emocional” (San Miguel, 2020)

    Exemplos de ações de conscientização & educação:
    Avaliações de risco de burnout, workaholismo e relação com o trabalho
    Palestras e treinamentos para equipes e lideranças
    – Eventos e campanhas de conscientização de saúde mental

  1. Acolhimento & Escuta, a escuta é uma habilidade que todo líder deve desenvolver, e proporcionar espaços de troca pode contribuir na promoção da saúde mental. Uma das práticas mais renomadas são os Schwartz Rounds, conduzidos entre profissionais da saúde em hospitais pelo mundo. O objetivo desses rounds não é discutir casos, mas falar sobre os aspectos humanos e emocionais do trabalho. Hospitais que adotaram esta prática observaram queda nos índices gerais de estresse e burnout nos profissionais de saúde. Para pessoas passando pela síndrome de Burnout, existe o grupo Burnoutados Anônimos, o primeiro do mundo a oferecer encontros online, mensais, gratuitos e sem fins lucrativos ou comerciais. O grupo existe desde 2020.

    Exemplos de ações de acolhimento & escuta:
    – Facilitação de encontros de escuta
    – Treinamentos em segurança psicológica e comunicação não-violenta e liderança compassiva

  1. Encaminhamento & Condução, para os casos de colaboradores já em quadro de sofrimento psíquico e crise. Neste caso, é primordial a atuação de um profissional de saúde para o acompanhamento do indivíduo e eventual afastamento temporário do trabalho. De acordo com o risco (à sua integridade física, à integridade dos colegas e à sua própria vida), é recomendável que haja uma condução direta a um profissional de saúde. Muitas pessoas em crise não se encontram em condição de pesquisar por um profissional, agendar uma consulta e deslocar-se até o consultório, e é importante que haja assistência externa no momento de crise para garantir que o tratamento seja realizado ou retomado o quanto antes.

    Exemplos de ações de encaminhamento & condução:
    Primeiros socorros de saúde mental
    – Contratação de profissionais de saúde mental para tratamento de indivíduos em crise

  1. Adaptação & Conciliação, após o retorno do colaborador de uma licença médica ou na entrada de um novo colaborador com demandas de saúde mental. Em casos de depressão, ansiedade, workaholismo, transtorno de estresse pós-traumático ou Burnout, a organização pode atuar como parceiro terapêutico do colaborador, ou pode atuar contra sua recuperação, o que leva a demissões, turnover e riscos judiciais. É fundamental que o ambiente esteja adaptado para receber o colaborador quando este volta de uma licença saúde.

    Exemplos de ações de adaptação & conciliação:
    Plano de reintegração do colaborador após licença médica
    Reavaliação do escopo de trabalho, dimensionando as capacidades atuais de entrega e envolvimento do colaborador em adaptação conciliando com as necessidades da organização
    Treinamento de pares e gestores para reintegração de um colaborador em afastamento, levando em consideração suas necessidades e restrições

Palestra de Setembro Amarelo: funciona ou é só fachada?

Uma das polêmicas em torno do Setembro Amarelo são as organizações com notórios casos de assédio e adoecimento psíquico que se engajam publicamente em ações de saúde mental. Colaboradores e ex-colaboradores sentem-se traídos pela empresa, que desejam criar uma imagem de preocupação e cuidado, enquanto nos bastidores perpetuam práticas que adoecem.

A melhor forma de reparar a reputação de uma organização com histórico de detratora da saúde mental é justamente reconhecer suas limitações e investir intencionalmente em saúde mental, contratando profissionais especializados e com ações estratégicas que possam gerar algum senso de cuidado nas equipes. Os consultores que chegam às empresas nessas ações devem estar a serviço, primeiro, da saúde mental e de quem está em sofrimento, e só depois, da organização em si.

Palestras e workshops de saúde mental são o primeiro passo de qualquer programa de promoção de saúde mental. Sem a conscientização, qualquer outro passo torna-se ainda menos viável. 

Fonte: Bentham, 2013

Como garantir efetividade nas ações de conscientização?

Antes de postar nas redes sociais, olhe para dentro:

  1. Escute o seu time e entenda suas dores e necessidades
  2. Engage as lideranças e a diretoria para que estejam presentes nestes momentos e dispostos a aprender sobre o tema
  3. Reconheça os colaboradores que já estão passando por algum sofrimento psíquico relacionado e determine como começar acolhendo e apoiando primeiro estes colaboradores
  4. Esteja disposto a reconhecer que adoecimentos mentais que surgem por causa do trabalho, ou pioram com ele, não são somente causados por características do colaborador, mas por carências e pontos de desenvolvimento da própria organização

Sempre se busca identificar uma. “fragilidade individual” como sendo a causa do suicidio, sem aceitar ao menos parte da responsabilidade, seja pela existência de assédio moral ou de outras disfunções organizacionais. Essa falta de reação e de responsabilização organizacional pode degradar ainda mais as condições de trabalho, as relações de trabalho, a coesão social e assim contribuir para que outros casos de suicidio venham ocorrer. (Soares, 2011)

Quando a gente valoriza a vida e a saúde mental, todo mundo ganha

Priorizar a minha saúde mental salvou a minha vida.
Hoje, oito anos e dois burnouts depois, aprendi que priorizar a minha saúde mental me torna uma profissional melhor.

Dá trabalho, incomoda muita gente. Mas é essencial para conseguirmos promover uma cultura do trabalho sustentável, que garanta que indivíduos continuem ativos e contribuindo, e que organizações continuem operando e prosperando.

Valorizar a vida e cuidar da saúde é um princípio ético e um valor que, penso eu, deveria estar no topo da lista de prioridades de todos os seres humanos – mais ainda, dos que lideram outros seres. Para além da questão ética, já vimos que a promoção da saúde mental tem-se tornado um diferencial competitivo. 

Fonte: Zenklub

O modelo abaixo, adaptado do instituto Delphis, do Reino Unido, demonstra que cuidar da saúde mental vai muito além de aplacar o sofrimento. Mais do que gerenciar crise. 

Fonte: Delphis.co.uk

Cuidar da saúde mental significa mirar para que sua equipe brilhe. Para que as pessoas à sua volta estejam felizes, dispostas, se cuidando e cuidando umas das outras. É acreditar na realização do potencial individual e coletivo.

Quando investimos tempo, dinheiro e energia na saúde mental, todo mundo sai ganhando.

Referências, indicações e conteúdos complementares:

Aulas e Webinars:

Livros

Profissionais e organizações parceiras que atuam na promoção de saúde mental no trabalho:

Artigos relacionados:

Sobre o Setembro Amarelo:

Vem aí:


Anexo: Fatores de risco e fatores de proteção para ideação suicida

Fonte: Botega, 2015

Fatores de risco

Fatores sociodemográficos 

  • Sexo masculino 
  • Adultos jovens (19 a 49 anos) e idosos 
  • Estados civis viúvo, divorciado e solteiro (principalmente entre homens) 
  • Orientação homossexual ou bissexual 
  • Ateus, protestantes tradicionais > católicos, judeus 
  • Grupos étnicos minoritários 
  • Transtornos mentais 
  • Depressão, transtorno bipolar, abuso/dependência de álcool e de outras drogas, esquizofrenia, transtornos da personalidade (especialmente borderline) 
  • Comorbidade psiquiátrica (co ocorrência de transtornos mentais) 
  • História familiar de doença mental
  • Falta de tratamento ativo e continuado em saúde mental 
  • Ideação ou plano suicida 
  • Tentativa de suicídio pregressa 
  • História familiar de suicídio 

Fatores psicossociais 

  • Abuso físico ou sexual 
  • Perda ou separação dos pais na infância 
  • Instabilidade familiar 
  • Ausência de apoio social Isolamento social 
  • Perda afetiva recente ou outro acontecimento estressante 
  • Datas importantes (reações de aniversário) 
  • Desemprego 
  • Aposentadoria 
  • Violência doméstica 
  • Desesperança, desamparo 
  • Ansiedade intensa 
  • Vergonha, humilhação (bullying) 
  • Baixa autoestima 
  • Desesperança
  •  Traços de personalidade: impulsividade, agressividade, labilidade do humor, perfeccionismo 
  • Rigidez cognitiva, pensamento dicotômico 
  • Pouca flexibilidade para enfrentar adversidades 

Outros

  • Acesso a meios letais (arma de fogo, venenos) 
  • Doenças físicas incapacitantes, estigmatizantes, dolorosas e terminais 
  • Estados confusionais orgânicos 
  • Falta de adesão ao tratamento, agravamento ou recorrência de doenças preexistentes Relação terapêutica frágil ou instável

Fatores de proteção

Fonte: Botega, 2015

Personalidade e estilo cognitivo 

  • Flexibilidade cognitiva
  • Disposição para aconselhar-se em caso de decisões importantes 
  • Disposição para buscar ajuda 
  • Abertura à experiência de outrem 
  • Habilidade para se comunicar 
  • Capacidade para fazer uma boa avaliação da realidade 
  • Habilidade para solucionar problemas da vida 

Estrutura familiar 

  • Bom relacionamento interpessoal 
  • Senso de responsabilidade em relação à família 
  • Crianças pequenas na casa 
  • Pais atenciosos e consistentes 
  • Apoio em situações de necessidade 

Fatores socioculturais 

  • Integração e bons relacionamentos em grupos sociais (colegas, amigos, vizinhos) 
  • Adesão a valores e normas socialmente compartilhados 
  • Prática religiosa e outras práticas coletivas (clubes esportivos, grupos culturais) 
  • Rede social que propicia apoio prático e emocional 
  • Estar empregado 
  • Disponibilidade de serviços de saúde mental 

Outros 

  • Gravidez, puerpério 
  • Boa qualidade de vida 
  • Regularidade do sono 
  • Boa relação terapêutica

Carol Milters

Carol Milters

Escritora & Investigadora da Saúde Mental no Trabalho | Síndrome de Burnout & Workaholismo

Autora do livro "Minhas Páginas Matinais: Crônicas da Síndrome de Burnout", idealizadora da 1ª Semana Mundial de Conscientização da Burnout e do grupo de apoio online Burnoutados Anônimos.

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